Sometimes this is the way it has to be,
Have to life my life,
Only thinking about me.
Today you're here,
tomorrow you may not be,
i'd like a forever
and so ever silly me...
(saiu-me à pressão)
Stop
Gia
Nothing of me is original. I am the combined effort of everybody i've ever known
25.1.11
14.1.11
Off-Mood
Ando um bocado desligada do blog, devido à falta de tempo, devido à falta de inspiração que tenho tido...
Quero ver se começo a actualizar isto, sinto falta de escrever, seja do que for, seja estúpido, coerente ou não. É mesmo falta de escrever, pôr aqui a massa cinzenta a funcionar a maior parte das vezes de maneira aleatória, com rodeios à espera de apanhar alguma coisa que valha a pena ser escrito.
Confesso, às vezes apetece-me vir aqui e postar "merda" mas só porque era mesmo o que me apetecia dizer, e queria que ficasse registado mas depois tenho preguiça, ou a vontade de dizer porcaria vai-se e fico-me pelo silêncio.
Será escusado dizer que estou de novo na fase em que escrevo só quando estou deprimida, e isso ainda me deprime mais, porque quero poder escrever sem motivo aparente, ou sem lágrimas à mistura.
Apetecia-me mesmo ter uma diarreia mental ou uma verborreia, mas de tal maneira que cansaria os olhos das pessoas de tanto ler, o que seria engraçado.
Eu tento sempre escrever coisas mínimas e depois perco-me no meu próprio raciocínio, como acontece agora.
A música ajuda-me a escrever, e a deitar muita coisa cá para fora, mesmo que seja entre-linhas e não se perceba ao primeiro impacto.
Também há muita coisa que escrevo que nada tem que ver com a minha vida pessoal, sentimental, o que seja, afinal de contas "o poeta é um fingidor" certo? Falo do que conheço sem ter a necessidade de o sentir no momento. Não finjo emoções nem sentimentos, isto porque falo do que conheço, mesmo que fale errado, falo do que sei, embora o que sei seja relativo e não me apetece explicar aqui, porque posso mudar de ideias, isso acontece. Estou a escrever neste momento como se falasse, e isso nota-se pela simplicidade das palavras, mas também escrever bem não é usar palavras caras, é chegar onde se pretende de forma coerente, embora eu seja louca, mas também como poderia eu não o ser?
A minha loucura mantém-me sã, é verdade.
E termino este post de maneira estúpida como se escrevesse para alguém, sim porque pelo menos uma pessoa acabará por ler isto
Adeus, um Beijo
Quero ver se começo a actualizar isto, sinto falta de escrever, seja do que for, seja estúpido, coerente ou não. É mesmo falta de escrever, pôr aqui a massa cinzenta a funcionar a maior parte das vezes de maneira aleatória, com rodeios à espera de apanhar alguma coisa que valha a pena ser escrito.
Confesso, às vezes apetece-me vir aqui e postar "merda" mas só porque era mesmo o que me apetecia dizer, e queria que ficasse registado mas depois tenho preguiça, ou a vontade de dizer porcaria vai-se e fico-me pelo silêncio.
Será escusado dizer que estou de novo na fase em que escrevo só quando estou deprimida, e isso ainda me deprime mais, porque quero poder escrever sem motivo aparente, ou sem lágrimas à mistura.
Apetecia-me mesmo ter uma diarreia mental ou uma verborreia, mas de tal maneira que cansaria os olhos das pessoas de tanto ler, o que seria engraçado.
Eu tento sempre escrever coisas mínimas e depois perco-me no meu próprio raciocínio, como acontece agora.
A música ajuda-me a escrever, e a deitar muita coisa cá para fora, mesmo que seja entre-linhas e não se perceba ao primeiro impacto.
Também há muita coisa que escrevo que nada tem que ver com a minha vida pessoal, sentimental, o que seja, afinal de contas "o poeta é um fingidor" certo? Falo do que conheço sem ter a necessidade de o sentir no momento. Não finjo emoções nem sentimentos, isto porque falo do que conheço, mesmo que fale errado, falo do que sei, embora o que sei seja relativo e não me apetece explicar aqui, porque posso mudar de ideias, isso acontece. Estou a escrever neste momento como se falasse, e isso nota-se pela simplicidade das palavras, mas também escrever bem não é usar palavras caras, é chegar onde se pretende de forma coerente, embora eu seja louca, mas também como poderia eu não o ser?
A minha loucura mantém-me sã, é verdade.
E termino este post de maneira estúpida como se escrevesse para alguém, sim porque pelo menos uma pessoa acabará por ler isto
Adeus, um Beijo
à(s)
14.1.11
Etiquetas:
Desabafo,
Pensamentos
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